domingo, 17 de julho de 2011

Reflexão sobre o texto de Paulo Freire, Saberes Necessários à Prática Educativa (Pedagogia da Autonomia) Ensinar exige a convicção de que a mudança é possível.

            Toda mudança é possível. Basta entregar-se a ela.
Hoje em dia, com todo este aparato tecnológico que nos rodeia, criamos a tendência de relaxarmos em relação a diversas coisas, como aprender e ensinar. Para prestar atenção em um livro hoje em dia, requer muito mais esforço do que parar para ver televisão. Por isso, os profissionais de ensino lutam para manter viva a chama do ensino.
A arte de ensinar requer dedicação, esforço e o desejo de aprender para manter um ciclo de ensinamentos e também a vontade de ser um mestre/professor. Pois sabendo disso, há um princípio de troca equivalente entre o ensinar e o aprender lembrando às pessoas a importância de uma colocação de sua existência no mundo.
E não é diferente no campo da saúde. Precisamos de profissionais com o afinco de provocar mudanças e manter vivo o desejo de um bem-estar melhor.
Deve-se propor mudanças e valorizar o estudo, lembrando sempre “para quem” ou “para o que” estamos lutando.
  • Auto avaliação:

Meu semestre...

Analisando os seis meses que se passaram, foi proposto aos alunos que fizessem uma análise do semestre.. Como me portei em relação ao semestre e o que eu pude levar de melhor deste período acadêmico que só tende a continuar.
Olhando por um modo geral posso dizer que pude aproveitar todas as cadeiras, é claro que me identifiquei mais em algumas do que outras. É o caso de políticas públicas e sistemas de saúde, que apesar das densas leituras, apresenta um conteúdo bastante interessante.
Na cadeira de Sociedade e Humanidades, apesar de apresentar muitos módulos (algo que até complicou um pouco) serviu com uma bela base para o que virá a seguir.
Porém dificuldades existiram nessa pequena trajetória. O semestre apresentou uma grande densidade de trabalhos para ser entregues ou apresentados, principalmente na EAD do curso. Confesso que por ter saído direto do ensino médio para a faculdade acabei não levando a sério muitas datas e alguns trabalhos a serem feitos, como fichas de leituras e algumas resenhas.
Eventos como a semana acadêmica e diversas palestras também contribuiram para eu me "achar" dentro deste semestre.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Alteridade

Um dos assuntos mais abordados em nossa cadeira de Sociedade e Humanidades I, mais precisamente no módulo de antropologia da saúde.
Você sabe o que é alteridade? Não?
Resumidamente, é ser capaz de apreender o outro na plenitude da sua dignidade, dos seus direitos e, sobretudo, da sua diferença. Quanto menos alteridade existe nas relações pessoais e sociais, mais conflitos ocorrem. Isso supõe a via mais curta da comunicação humana, que é o diálogo e a capacidade de entender o outro a partir da sua experiência de vida e da sua interioridade. A prática da alteridade se conecta aos relacionamentos tanto entre indivíduos como entre grupos culturais, religiosos, científicos ou étnicos (BETTO, 2008).
Alteridade é se permitir olhar pelos olhos de outra cultura, outro gosto ou estilo de vida, é compreender o que o outro sente sem aplicar um pré-conceito sobre o mesmo. As características da antropologia abordam no universo do homem, a análise de seus costumes, crenças, leis, relacionamentos e cultura, moldando e traçando o estilo de vida deste e capacitando a compreensão do seu modelo de vivência.
Esse com certeza foi um dos assuntos que mais marcou no semestre rendendo um fórum repleto de postagens interessantes no "moodle ufrgs" de nossa disciplina.
E para os que gostem de música, tentei juntar este assunto com uma das faixas da banda Tihuana... Bom som para vocês...



 

Primeiro Post

Na minha primeira postagem falarei um pouco sobre o curso procurando mostrar para as pessoas que ainda não conhecem ou que possuem poucas informações sobre esta área.
Primeiramente, para quem acha esse um nome grande (Análise de políticas públicas e sistemas de saúde) podemos chama-lo por Saúde Coletiva.
O curso tem como objetivo formar profissionais para analisar crítica e propositivamente as políticas de saúde com elevado padrão de qualidade e dentro dos princípios da ética e da bioética, com senso de responsabilidade social e compromisso com a cidadania, a partir do contexto político-normativo do Sistema Único de Saúde (SUS), bem como para constituir condições para a implementação e avaliação dessas políticas.
Formar analistas de políticas e sistemas de saúde (sanitaristas) para uma prática integrada e contínua junto às instâncias do Sistema Único de Saúde, sendo capaz de desenvolver processos de planejamento, gestão e
avaliação em saúde. Esse Sanitarista irá procurar atuar, direta ou indiretamente, pela promoção, vigilância e educação da saúde, individual e coletiva, garantindo atenção integral à saúde da população. É importante que esse profissional atenda as demandas do SUS, fortalecendo a descentralização da gestão, a democratização do processo decisório, a integralidade da atenção à saúde e a participação popular no âmbito dos sistemas e serviços de saúde.